A Paróquia Nossa Senhora das Graças, no bairro Ibiapaba, realizou no último final de semana em Floriano sua Assembleia de Pastoral Paroquial, sob a coordenação do Pároco, Frei James Carneiro e do Vigário Frei Antônio Schauerte.
O encontro que acontece anualmente foi realizado no salão paroquial da Paróquia Nossa Senhora das Graças, reunindo representantes das diversas comunidades, pastorais, movimentos e serviços paroquiais que participaram momentos importantes de espiritualidade, reflexão da Palavra, avaliação da caminhada e planejamento das atividades para o Plano de Pastoral Paroquial de 2014.
A Assembleia de Pastoral Paroquial é muito importante dentro da vida da comunidade, pois avalia e dá diretrizes para a atuação das pastorais paroquiais sempre dentro das orientações do Papa Francisco, na Igreja do Brasil, em comunhão com o plano pastoral da Diocese de Floriano, onde as ações de evangelização são decididas, avaliadas e planejadas.
Florianonews.com
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Francisco recorda a importância de se receber a Eucaristia e de se ir à missa todos os domingos
"Conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por vós a fim de enriquecer-vos com a sua pobreza". Estas são as palavras do apóstolo São Paulo que o Santo Padre propõe como referência para a reflexão nesta quaresma.
A intensa chuva que provocou alagamentos em Roma nos últimos dias não impediu que uma grande multidão participasse na manhã desta quarta-feira (05),da audiência geral na Praça de São Pedro, para ver e escutar o Santo Padre.
O papa entrou na praça às 10H00 no papamóvel coberto e, embora durante menos tempo que nas quartas-feiras anteriores, fez o habitual percurso pelos corredores da praça para saudar e abençoar os fiéis, vindos de todas as partes do mundo.
Francisco abriu a catequese comentando: "Queridos irmãos e irmãs, bom dia! Bom dia, mas nem tão bom assim... Está meio feio hoje!".
O papa deu continuidade nesta manhã à série de catequeses sobre os sacramentos. Hoje o tema foi a Eucaristia.
No resumo da catequese em espanhol, o Santo Padre afirmou:
"A nossa catequese de hoje se concentra na Eucaristia, coração da iniciação cristã e fonte da vida da Igreja. O que vemos, quando nos reunimos para celebrar a missa, nos ajuda a nos introduzir no mistério. No centro, encontramos o altar, uma mesa preparada, que nos leva a pensar em um banquete. Sobre a mesa há uma cruz, para nos mostrar que, nesse altar, é oferecido o sacrifício de Cristo: Ele é o alimento que recebemos sob as espécies do pão e do vinho. E junto à mesa temos o ambão, de onde se proclama a Palavra de Deus, através da qual nosso Senhor nos fala. Quando a Igreja celebra a Eucaristia, ela realiza o memorial da Páscoa do Senhor, em que Cristo se faz misteriosamente presente e no qual nós podemos participar, "comungar", da sua paixão, morte e ressurreição. Assim, a Eucaristia nos configura de modo único e profundo com Jesus, renovando o nosso coração, a nossa existência e a nossa relação com Ele e com os irmãos, além de nos fazer degustar de antemão a comunhão com o Pai no banquete do Reino dos céus".
A seguir, o papa saudou "cordialmente os peregrinos de língua espanhola, em particular os grupos provenientes da Espanha, da Argentina e de todos os países latino-americanos. Peçamos que a celebração da Eucaristia mantenha a Igreja sempre viva e faça com que as nossas comunidades se distingam pela caridade e pela comunhão".
Depois da saudação e do resumo da catequese nos vários idiomas, Francisco dedicou um pensamento especial a todos aqueles que estão sofrendo as intensas chuvas na Toscana e em Roma. O papa pediu que todos prestem apoio com "esforço, amor e solidariedade".
Outro pensamento especial foi dedicado aos jovens, aos recém-casados e aos doentes. A estes últimos o papa já tinha saudado antes de se dirigir até a praça, porque eles acompanham a audiência de dentro da Sala Paulo VI, por meio de telões. O pontífice recordou que hoje celebramos a memória de Santa Ágata, virgem e mártir.
"Sua virtude heroica nos estimule, queridos jovens, em particular aos estudantes das Escolas das Congregações de São João Batista, a compreender a importância da pureza e da virgindade; que ela ajude os queridos enfermos a aceitar a cruz em união espiritual com o coração de Cristo e encoraje os queridos recém-casados a compreenderem o papel da mulher na própria vida familiar".
A chuva concedeu alguns instantes de trégua no final da audiência, permitindo que o papa saudasse os fiéis de ambos os lados da praça. Um dos grupos lhe ofereceu um pouco de mate, que o Santo Padre bebeu com alegria.
Zenit.org
A intensa chuva que provocou alagamentos em Roma nos últimos dias não impediu que uma grande multidão participasse na manhã desta quarta-feira (05),da audiência geral na Praça de São Pedro, para ver e escutar o Santo Padre.
O papa entrou na praça às 10H00 no papamóvel coberto e, embora durante menos tempo que nas quartas-feiras anteriores, fez o habitual percurso pelos corredores da praça para saudar e abençoar os fiéis, vindos de todas as partes do mundo.
Francisco abriu a catequese comentando: "Queridos irmãos e irmãs, bom dia! Bom dia, mas nem tão bom assim... Está meio feio hoje!".
O papa deu continuidade nesta manhã à série de catequeses sobre os sacramentos. Hoje o tema foi a Eucaristia.
No resumo da catequese em espanhol, o Santo Padre afirmou:
"A nossa catequese de hoje se concentra na Eucaristia, coração da iniciação cristã e fonte da vida da Igreja. O que vemos, quando nos reunimos para celebrar a missa, nos ajuda a nos introduzir no mistério. No centro, encontramos o altar, uma mesa preparada, que nos leva a pensar em um banquete. Sobre a mesa há uma cruz, para nos mostrar que, nesse altar, é oferecido o sacrifício de Cristo: Ele é o alimento que recebemos sob as espécies do pão e do vinho. E junto à mesa temos o ambão, de onde se proclama a Palavra de Deus, através da qual nosso Senhor nos fala. Quando a Igreja celebra a Eucaristia, ela realiza o memorial da Páscoa do Senhor, em que Cristo se faz misteriosamente presente e no qual nós podemos participar, "comungar", da sua paixão, morte e ressurreição. Assim, a Eucaristia nos configura de modo único e profundo com Jesus, renovando o nosso coração, a nossa existência e a nossa relação com Ele e com os irmãos, além de nos fazer degustar de antemão a comunhão com o Pai no banquete do Reino dos céus".
A seguir, o papa saudou "cordialmente os peregrinos de língua espanhola, em particular os grupos provenientes da Espanha, da Argentina e de todos os países latino-americanos. Peçamos que a celebração da Eucaristia mantenha a Igreja sempre viva e faça com que as nossas comunidades se distingam pela caridade e pela comunhão".
Depois da saudação e do resumo da catequese nos vários idiomas, Francisco dedicou um pensamento especial a todos aqueles que estão sofrendo as intensas chuvas na Toscana e em Roma. O papa pediu que todos prestem apoio com "esforço, amor e solidariedade".
Outro pensamento especial foi dedicado aos jovens, aos recém-casados e aos doentes. A estes últimos o papa já tinha saudado antes de se dirigir até a praça, porque eles acompanham a audiência de dentro da Sala Paulo VI, por meio de telões. O pontífice recordou que hoje celebramos a memória de Santa Ágata, virgem e mártir.
"Sua virtude heroica nos estimule, queridos jovens, em particular aos estudantes das Escolas das Congregações de São João Batista, a compreender a importância da pureza e da virgindade; que ela ajude os queridos enfermos a aceitar a cruz em união espiritual com o coração de Cristo e encoraje os queridos recém-casados a compreenderem o papel da mulher na própria vida familiar".
A chuva concedeu alguns instantes de trégua no final da audiência, permitindo que o papa saudasse os fiéis de ambos os lados da praça. Um dos grupos lhe ofereceu um pouco de mate, que o Santo Padre bebeu com alegria.
Zenit.org
sexta-feira, 20 de dezembro de 2013
Papa destaca que a humildade nos torna fecundos, a soberba estéreis
"A humildade é necessária para a fecundidade". Foi o que destacou o Papa Francisco na Missa desta manhã de quinta-feira, na Casa Santa Marta. O Santo Padre afirmou que a intervenção de Deus vence a esterilidade da nossa vida e a torna fecunda. Em seguida, chamou a atenção para o comportamento de soberba que nos tornam estéreis.
Tantas vezes, na Bíblia, encontramos mulheres estéreis às quais o Senhor dá o dom da vida. Francisco iniciou assim a sua homilia comentando as leituras do dia e especialmente o Evangelho de hoje que fala de Isabel que era estéril e que teve um filho, João. "A partir da impossibilidade de dar vida - constatou o Papa - vem a vida”. E isso, prosseguiu, também “aconteceu não a mulheres estéreis”, mas que “não tinham esperança de vida", como Noemi que acabou tendo um neto:
"O Senhor intervém na vida dessas mulheres para nos dizer: ‘Eu sou capaz de dar vida’. Também nos Profetas há a imagem do deserto, a terra deserta incapaz de fazer crescer uma árvore, uma fruta, de fazer brotar alguma coisa. ‘Mas o deserto será como uma floresta - dizem os profetas - será grande, florescerá’. Mas o deserto pode florescer? Sim. A mulher estéril pode dar à luz? Sim. A promessa do Senhor: Eu posso! Eu posso da secura, da secura de vocês, fazer crescer a vida, a salvação! Eu posso da aridez fazer crescer os frutos!"
E a salvação, afirmou o Papa Francisco, é isso: "É a intervenção de Deus que nos torna fecundos, que nos dá a capacidade de dar vida". Nós, advertiu o Santo Padre, "não podemos fazer isso sozinhos". Mesmo assim, acrescentou, "muitos provaram pensar na nossa capacidade de se salvar":
"Até mesmo os cristãos, hein! Pensemos nos pelagianos, por exemplo. (segundo os pelagianos, o homem era totalmente responsável por sua própria salvação e minimizava o papel da graça divina). Tudo é graça. É a intervenção de Deus que traz a salvação. É a intervenção de Deus que nos ajuda no caminho da santidade. Somente Ele pode. Mas, nós o que fazemos? Em primeiro lugar: devemos reconhecer a nossa secura, a nossa incapacidade de dar vida".
Reconhecer isso. Em segundo lugar, pedir: "Senhor, eu quero ser fecundo. Eu quero que a minha vida dê vida, que a minha fé seja fecunda e vá avante e possa transmiti-la aos outros’. 'Senhor, eu sou estéril, eu não posso, Tu podes'. 'Eu sou um deserto: eu não posso, Tu podes’".
E essa, acrescentou, pode ser precisamente a oração destes dias antes do Natal. "Pensemos - observou – a como os soberbos, aqueles que acreditam que podem fazer tudo sozinhos, são atingidos". O Papa voltou seus pensamentos para Micol, filha de Saul. Uma mulher, recordou, que não era estéril, mas era soberba, e não entendia o que era louvar a Deus, ao contrário, ria do louvor. E foi punida com a esterilidade:
"A humildade é necessária para a fecundidade. Quantas pessoas acreditam serem justas, como ela, e no fim são pobrezinhas. A humildade de dizer ao Senhor: ‘Senhor, sou estéril, sou um deserto e repetir nestes dias as belas antífonas que a Igreja nos faz rezar: ‘ Ó filho de Davi, ou Adonai, ou Sabedoria, ou raiz de Jesse, ou Emmanuel..., venha nos dar vida, venha nos salvar, porque só Tu podes, eu não posso!’ E com esta humildade, a humildade do deserto, a humildade de alma estéril, receber a graça, a graça de florescer, de dar frutos e dar vida".
Rádio Vaticano/SP
Tantas vezes, na Bíblia, encontramos mulheres estéreis às quais o Senhor dá o dom da vida. Francisco iniciou assim a sua homilia comentando as leituras do dia e especialmente o Evangelho de hoje que fala de Isabel que era estéril e que teve um filho, João. "A partir da impossibilidade de dar vida - constatou o Papa - vem a vida”. E isso, prosseguiu, também “aconteceu não a mulheres estéreis”, mas que “não tinham esperança de vida", como Noemi que acabou tendo um neto:
"O Senhor intervém na vida dessas mulheres para nos dizer: ‘Eu sou capaz de dar vida’. Também nos Profetas há a imagem do deserto, a terra deserta incapaz de fazer crescer uma árvore, uma fruta, de fazer brotar alguma coisa. ‘Mas o deserto será como uma floresta - dizem os profetas - será grande, florescerá’. Mas o deserto pode florescer? Sim. A mulher estéril pode dar à luz? Sim. A promessa do Senhor: Eu posso! Eu posso da secura, da secura de vocês, fazer crescer a vida, a salvação! Eu posso da aridez fazer crescer os frutos!"
E a salvação, afirmou o Papa Francisco, é isso: "É a intervenção de Deus que nos torna fecundos, que nos dá a capacidade de dar vida". Nós, advertiu o Santo Padre, "não podemos fazer isso sozinhos". Mesmo assim, acrescentou, "muitos provaram pensar na nossa capacidade de se salvar":
"Até mesmo os cristãos, hein! Pensemos nos pelagianos, por exemplo. (segundo os pelagianos, o homem era totalmente responsável por sua própria salvação e minimizava o papel da graça divina). Tudo é graça. É a intervenção de Deus que traz a salvação. É a intervenção de Deus que nos ajuda no caminho da santidade. Somente Ele pode. Mas, nós o que fazemos? Em primeiro lugar: devemos reconhecer a nossa secura, a nossa incapacidade de dar vida".
Reconhecer isso. Em segundo lugar, pedir: "Senhor, eu quero ser fecundo. Eu quero que a minha vida dê vida, que a minha fé seja fecunda e vá avante e possa transmiti-la aos outros’. 'Senhor, eu sou estéril, eu não posso, Tu podes'. 'Eu sou um deserto: eu não posso, Tu podes’".
E essa, acrescentou, pode ser precisamente a oração destes dias antes do Natal. "Pensemos - observou – a como os soberbos, aqueles que acreditam que podem fazer tudo sozinhos, são atingidos". O Papa voltou seus pensamentos para Micol, filha de Saul. Uma mulher, recordou, que não era estéril, mas era soberba, e não entendia o que era louvar a Deus, ao contrário, ria do louvor. E foi punida com a esterilidade:
"A humildade é necessária para a fecundidade. Quantas pessoas acreditam serem justas, como ela, e no fim são pobrezinhas. A humildade de dizer ao Senhor: ‘Senhor, sou estéril, sou um deserto e repetir nestes dias as belas antífonas que a Igreja nos faz rezar: ‘ Ó filho de Davi, ou Adonai, ou Sabedoria, ou raiz de Jesse, ou Emmanuel..., venha nos dar vida, venha nos salvar, porque só Tu podes, eu não posso!’ E com esta humildade, a humildade do deserto, a humildade de alma estéril, receber a graça, a graça de florescer, de dar frutos e dar vida".
Rádio Vaticano/SP
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Término do Ano da Fé
Neste ano, na Festa de Cristo Rei, finalizando o Ano Litúrgico, também encerramos o Ano da Fé. 11/10/2012 a 24/11/2013 foi tempo de reflexões, encontros, simpósios e outras iniciativas, numa tentativa de revitalização da fé e motivação para uma vivência cristã mais comprometida com a missão da Igreja.
A fé é dom de Deus, mas passa pelos caminhos da cruz, onde Cristo foi proclamado "rei dos judeus". É o reinado da fé, um ato de obediência e de seguimento consciente do reino do alto, diferente do reino puramente terreno. Reino da doação, da construção de valores que irrompem na cultura secularizada.
Na história da vida humana, enfrentamos malfeitores e atitudes que desqualificam a identidade do indivíduo. Diante de tudo que acontece na convivência, somos compelidos a fazer escolhas, de aceitar ou repelir as diversas propostas do bem. Isto reflete as atitudes emanadas dos dois crucificados na cruz com Jesus Cristo.
"Hoje estarás comigo no paraíso" (Lc 23, 43). Aquele que foi qualificado como "bom ladrão", consciente de seus atos escusos, expressa uma situação própria pedida pelo do Ano da Fé. Ele reconhece seus erros e entende a infinita misericórdia do Senhor. Recupera sua prática de fé e é acolhido na "mansão dos vivos".
O verdadeiro rei seja político, líder, pai ou mãe, não pode ser avesso às exigências de seu público. Em concreto, é um a serviço de todos, tendo os mesmos sentimentos que expressam o querer social. Na dimensão de fé, o "rei" existe para servir e não para ser servido. Pior ainda quando explora a insensibilidade de seus dirigidos.
Viver intensamente a fé em Deus é fazer um ato de libertação. Resgatar a humanidade das condições de opressão, dos antivalores do mundo, que impedem a realização dos meios pelos quais acontece o "já" e o "ainda não" da plenitude da vida. O "rei" que não tem princípios de fé não consegue enxergar as realidades mais profundas da dignidade da pessoa humana e não põe em prática os valores do reino divino.
Dom Paulo Mendes Peixoto/CNBB
A fé é dom de Deus, mas passa pelos caminhos da cruz, onde Cristo foi proclamado "rei dos judeus". É o reinado da fé, um ato de obediência e de seguimento consciente do reino do alto, diferente do reino puramente terreno. Reino da doação, da construção de valores que irrompem na cultura secularizada.
Na história da vida humana, enfrentamos malfeitores e atitudes que desqualificam a identidade do indivíduo. Diante de tudo que acontece na convivência, somos compelidos a fazer escolhas, de aceitar ou repelir as diversas propostas do bem. Isto reflete as atitudes emanadas dos dois crucificados na cruz com Jesus Cristo.
"Hoje estarás comigo no paraíso" (Lc 23, 43). Aquele que foi qualificado como "bom ladrão", consciente de seus atos escusos, expressa uma situação própria pedida pelo do Ano da Fé. Ele reconhece seus erros e entende a infinita misericórdia do Senhor. Recupera sua prática de fé e é acolhido na "mansão dos vivos".
O verdadeiro rei seja político, líder, pai ou mãe, não pode ser avesso às exigências de seu público. Em concreto, é um a serviço de todos, tendo os mesmos sentimentos que expressam o querer social. Na dimensão de fé, o "rei" existe para servir e não para ser servido. Pior ainda quando explora a insensibilidade de seus dirigidos.
Viver intensamente a fé em Deus é fazer um ato de libertação. Resgatar a humanidade das condições de opressão, dos antivalores do mundo, que impedem a realização dos meios pelos quais acontece o "já" e o "ainda não" da plenitude da vida. O "rei" que não tem princípios de fé não consegue enxergar as realidades mais profundas da dignidade da pessoa humana e não põe em prática os valores do reino divino.
Dom Paulo Mendes Peixoto/CNBB
sábado, 16 de novembro de 2013
Cáritas Internacional promove campanha de solidariedade às vítimas de tufão nas Filipinas
A estimativa da Cáritas nas Filipinas é de que 9,5 milhões de pessoas foram afetadas pelo tufão "Haiyan" que devastou o arquipélago na última sexta-feira, 8 de novembro. Mais de 3 milhões de pessoas na região onde o nível de destruição é considerado máximo e as comunidades afetadas não têm acesso a água potável, comida e eletricidade.
"É uma grande catástrofe, mas nosso plano de emergência já está em marcha", afirmou, em entrevista à Rádio Vaticano, o secretário executivo da Cáritas Filipinas, padre Edwin Gariguez. Desde o dia 11, as equipes da Cáritas Internacional estão presentes na região para avaliar as necessidades mais urgentes. O governo filipino avalia que água potável, produtos de higiene e limpeza, alimentos, remédios e abrigos são as prioridades imediatas, assim como a retirada dos escombros e o restabelecimento das comunidades.
A organização lançou uma campanha internacional de arrecadação de donativos no site http://caritas.org/index.html, e coordena os esforços de ajuda com a colaboração das dioceses próximas com capacidade para fornecer os suprimentos de emergência. O presidente da Caritas Internacional, cardeal Oscar Rodríguez Maradiaga, declarou que "o povo filipino pode contar com o apoio e suporte da Cáritas em todo o mundo."
As 96 dioceses filipinas estão em alerta. Para o diretor regional da Cáritas dos Estados Unidos, que estava nas Filipinas no momento da tragédia, "a dor causada por esse novo desastre é devastador". Ele explica que a organização está enviando barracas para cidade de Cebú para que sirvam de abrigo temporário a 8 mil famílias.
CNBB
"É uma grande catástrofe, mas nosso plano de emergência já está em marcha", afirmou, em entrevista à Rádio Vaticano, o secretário executivo da Cáritas Filipinas, padre Edwin Gariguez. Desde o dia 11, as equipes da Cáritas Internacional estão presentes na região para avaliar as necessidades mais urgentes. O governo filipino avalia que água potável, produtos de higiene e limpeza, alimentos, remédios e abrigos são as prioridades imediatas, assim como a retirada dos escombros e o restabelecimento das comunidades.
A organização lançou uma campanha internacional de arrecadação de donativos no site http://caritas.org/index.html, e coordena os esforços de ajuda com a colaboração das dioceses próximas com capacidade para fornecer os suprimentos de emergência. O presidente da Caritas Internacional, cardeal Oscar Rodríguez Maradiaga, declarou que "o povo filipino pode contar com o apoio e suporte da Cáritas em todo o mundo."
As 96 dioceses filipinas estão em alerta. Para o diretor regional da Cáritas dos Estados Unidos, que estava nas Filipinas no momento da tragédia, "a dor causada por esse novo desastre é devastador". Ele explica que a organização está enviando barracas para cidade de Cebú para que sirvam de abrigo temporário a 8 mil famílias.
CNBB
terça-feira, 12 de novembro de 2013
O efeito Francisco
O "efeito Francisco", que incentivou um número notável de fiéis a voltar para a Igreja depois de anos de separação, comovidos com os apelos do novo papa a confiar na misericórdia divina, continua a ser percebido em mais da metade das comunidades católicas italianas. A pesquisa foi feita pelo sociólogo Massimo Introvigne, sendo apresentada na última segunda-feira (11), no instituto Cottolengo de Turim.
Introvigne testou a teoria do "efeito Francisco" em abril deste ano, um mês depois do início do pontificado do papa Bergoglio. Na época, 53% dos sacerdotes e religiosos afirmaram ter visto na sua comunidade um aumento de pessoas que se reaproximavam da Igreja ou se confessavam. O fenômeno foi observado ainda por 41,8% dos leigos. O sociólogo apresenta agora o livro "O segredo do papa Francisco", que lança um olhar sobre os antecendentes e sobre os primeiros meses deste pontificado. Introvigne retorna ao levantamento de abril, recebido com interesse por revistas e jornais de vários países. A proposta, aliás, foi repetida por sociólogos de outros lugares do mundo, com resultados em parte semelhantes e em parte diferentes dos verificados na Itália.
A nova pesquisa de Introvigne, seis meses após a primeira, tem uma amostragem maior. O efeito Francisco é agora percebido por 50,8% dos sacerdotes e religiosos. Como em abril, a percepção é maior entre os religiosos (79,37%), mas continua majoritária quando se considera o conjunto de religiosos e sacerdotes. Também como em abril, os leigos percebem o efeito Francisco menos intensamente que os religiosos, mas a porcentagem ainda é significativa: 44,8%.
"As flutuações são estatisticamente normais. O fato de que o número de sacerdotes e de religiosos que percebem o efeito tenha diminuído ligeiramente e que o dos leigos tenha aumentado um pouco não é decisivo. O fato importante é que, depois de seis meses desde a primeira pesquisa e sete depois do início do pontificado, o fenômeno do efeito Francisco não mostra sinais de refluxo, mas de consolidação", diz o sociólogo italiano. "Um pouco mais da metade dos sacerdotes e religiosos nota na própria comunidade que o efeito Francisco não se desvanece com o passar dos meses, mas persiste. Se tentássemos traduzir os dados em termos numéricos e em escala nacional, com referência apenas à metade das paróquias e das comunidades, teríamos que falar, na Itália, de centenas de milhares de pessoas que se reaproximaram da Igreja acolhendo os convites do papa Francisco. É um efeito enorme. Espetacular, até".
O estudioso prossegue: "É claro que o efeito Francisco aponta apenas um primeiro movimento de retorno à Igreja. Mas o próprio papa afirma, num discurso do dia 14 outubro, na sessão plenária do Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, que, quando o primeiro anúncio se enraíza, é preciso começar uma segunda etapa, a da catequese. Ela não vai mais depender de uma comunicação eficaz do papa, mas das comunidades e paróquias. Se as consequências do efeito Francisco vão ser sólidas e duradouras, isso vai depender de como os sacerdotes, religiosos, leigos e movimentos desenvolverem a estratégia pastoral do papa".
Zenit.org
Introvigne testou a teoria do "efeito Francisco" em abril deste ano, um mês depois do início do pontificado do papa Bergoglio. Na época, 53% dos sacerdotes e religiosos afirmaram ter visto na sua comunidade um aumento de pessoas que se reaproximavam da Igreja ou se confessavam. O fenômeno foi observado ainda por 41,8% dos leigos. O sociólogo apresenta agora o livro "O segredo do papa Francisco", que lança um olhar sobre os antecendentes e sobre os primeiros meses deste pontificado. Introvigne retorna ao levantamento de abril, recebido com interesse por revistas e jornais de vários países. A proposta, aliás, foi repetida por sociólogos de outros lugares do mundo, com resultados em parte semelhantes e em parte diferentes dos verificados na Itália.
A nova pesquisa de Introvigne, seis meses após a primeira, tem uma amostragem maior. O efeito Francisco é agora percebido por 50,8% dos sacerdotes e religiosos. Como em abril, a percepção é maior entre os religiosos (79,37%), mas continua majoritária quando se considera o conjunto de religiosos e sacerdotes. Também como em abril, os leigos percebem o efeito Francisco menos intensamente que os religiosos, mas a porcentagem ainda é significativa: 44,8%.
"As flutuações são estatisticamente normais. O fato de que o número de sacerdotes e de religiosos que percebem o efeito tenha diminuído ligeiramente e que o dos leigos tenha aumentado um pouco não é decisivo. O fato importante é que, depois de seis meses desde a primeira pesquisa e sete depois do início do pontificado, o fenômeno do efeito Francisco não mostra sinais de refluxo, mas de consolidação", diz o sociólogo italiano. "Um pouco mais da metade dos sacerdotes e religiosos nota na própria comunidade que o efeito Francisco não se desvanece com o passar dos meses, mas persiste. Se tentássemos traduzir os dados em termos numéricos e em escala nacional, com referência apenas à metade das paróquias e das comunidades, teríamos que falar, na Itália, de centenas de milhares de pessoas que se reaproximaram da Igreja acolhendo os convites do papa Francisco. É um efeito enorme. Espetacular, até".
O estudioso prossegue: "É claro que o efeito Francisco aponta apenas um primeiro movimento de retorno à Igreja. Mas o próprio papa afirma, num discurso do dia 14 outubro, na sessão plenária do Conselho Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização, que, quando o primeiro anúncio se enraíza, é preciso começar uma segunda etapa, a da catequese. Ela não vai mais depender de uma comunicação eficaz do papa, mas das comunidades e paróquias. Se as consequências do efeito Francisco vão ser sólidas e duradouras, isso vai depender de como os sacerdotes, religiosos, leigos e movimentos desenvolverem a estratégia pastoral do papa".
Zenit.org
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Levantar a cabeça
O olhar só para a terra, isto é, para o cotidiano, sem o ideal a ser buscado na vida, torna-nos pessoas de pequeno horizonte. Somente o que é passageiro não nos realiza como pessoas humanas. O tempo passa, os problemas nos afogam e não vemos a razão de ser da existência. Ao contrário, quando enfrentamos os desafios para uma convivência fraterna e com ideal de realização do bem ao semelhante, não temos medo de até nos desgastarmos pelo sacrifício de lutarmos por causas elevadas e de valores da dignidade humana.
O trabalho e a exercitação na prática do bem fazem-nos ter força suficiente para superarmos os limites pessoais e relacionais. O Apóstolo Paulo incita todos a superarem a preguiça e colocarem a mão na massa para trabalharem e se sustentarem: "Há alguns que vivem à toa, muito ocupados em não fazer nada... trabalhando, comam na tranquilidade o seu próprio pão" (2 Tessalonicenses 3, 11.12).
O desânimo é tentação para o descompromisso em se realizar um projeto de vida. É superado com o incentivo para a busca de um ideal elevado de vida. Se é verdade que os problemas, as incompreensões, os defeitos, as oposições, as críticas e a falta de colaboração acontecem, o ardor no assumir uma causa elevada faz a pessoa ter força e entusiasmo para um trabalho útil aos outros e a muitas instituições, como obras de assistência e promoção humana. Quanta gente que, depois, de decepções por doença ou morte de entes queridos, se colocam à disposição para o trabalho junto a essas organizações!
O próprio Jesus fala das calamidades que acontecem na terra e de efeitos nas pessoas e comunidade. Mas ele entusiasma seus discípulos a não perderem o ânimo. Pelo contrário, devem se colocar a caminho do serviço a todos. Mesmo nas perseguições perdem a coragem: "Sereis presos e perseguidos; sereis entregues às sinagogas e postos na prisão; sereis levados diante de reis e governadores por causa do meu nome. Essa será a ocasião em que testemunhareis a vossa fé" (Lucas 21,12.13).
A cabeça voltada só para o "chão" do que é efêmero impossibilita a pessoa de enxergar a vida com o que ela tem de mais positivo e realização humana. Ela vale para colocarmos nossos talentos em funcionamento para servirmos à causa da vida e da promoção do bem de todos, a partir dos que nos circundam, da família, dos ambientes e da comunidade. Não adianta só o chão físico do ter bens materiais, intelectuais, espirituais, culturais, de bem estar físico e psicológico, como também de projeção pessoal na sociedade. Se não utilizarmos tudo para ajudar o semelhante a se realizar como pessoa humana, o tempo passa e não construímos nossa casa pessoal de sustentação do ideal do verdadeiro amor.
O horizonte da vida para a construção de uma sociedade melhor nos dá força para sermos como um tijolinho na construção da história. Não o fazendo, impedimos outros que se colocariam acima do nosso espaço e não teriam suporte para ajudar a construção. Felizes somos se formos suporte de sustentação para o semelhante! É o darmo-nos por amor, como faz e ensina o próprio Divino Mestre!
Dom José Alberto Moura/CNBB
O trabalho e a exercitação na prática do bem fazem-nos ter força suficiente para superarmos os limites pessoais e relacionais. O Apóstolo Paulo incita todos a superarem a preguiça e colocarem a mão na massa para trabalharem e se sustentarem: "Há alguns que vivem à toa, muito ocupados em não fazer nada... trabalhando, comam na tranquilidade o seu próprio pão" (2 Tessalonicenses 3, 11.12).
O desânimo é tentação para o descompromisso em se realizar um projeto de vida. É superado com o incentivo para a busca de um ideal elevado de vida. Se é verdade que os problemas, as incompreensões, os defeitos, as oposições, as críticas e a falta de colaboração acontecem, o ardor no assumir uma causa elevada faz a pessoa ter força e entusiasmo para um trabalho útil aos outros e a muitas instituições, como obras de assistência e promoção humana. Quanta gente que, depois, de decepções por doença ou morte de entes queridos, se colocam à disposição para o trabalho junto a essas organizações!
O próprio Jesus fala das calamidades que acontecem na terra e de efeitos nas pessoas e comunidade. Mas ele entusiasma seus discípulos a não perderem o ânimo. Pelo contrário, devem se colocar a caminho do serviço a todos. Mesmo nas perseguições perdem a coragem: "Sereis presos e perseguidos; sereis entregues às sinagogas e postos na prisão; sereis levados diante de reis e governadores por causa do meu nome. Essa será a ocasião em que testemunhareis a vossa fé" (Lucas 21,12.13).
A cabeça voltada só para o "chão" do que é efêmero impossibilita a pessoa de enxergar a vida com o que ela tem de mais positivo e realização humana. Ela vale para colocarmos nossos talentos em funcionamento para servirmos à causa da vida e da promoção do bem de todos, a partir dos que nos circundam, da família, dos ambientes e da comunidade. Não adianta só o chão físico do ter bens materiais, intelectuais, espirituais, culturais, de bem estar físico e psicológico, como também de projeção pessoal na sociedade. Se não utilizarmos tudo para ajudar o semelhante a se realizar como pessoa humana, o tempo passa e não construímos nossa casa pessoal de sustentação do ideal do verdadeiro amor.
O horizonte da vida para a construção de uma sociedade melhor nos dá força para sermos como um tijolinho na construção da história. Não o fazendo, impedimos outros que se colocariam acima do nosso espaço e não teriam suporte para ajudar a construção. Felizes somos se formos suporte de sustentação para o semelhante! É o darmo-nos por amor, como faz e ensina o próprio Divino Mestre!
Dom José Alberto Moura/CNBB
sábado, 9 de novembro de 2013
Papa escolhe temas para as próximas JMJ
As Bem-aventuranças são temas escolhidos pelo Papa Francisco para as três próximas edições da Jornada Mundial da Juventude (JMJ), que marcarão as etapas do itinerário de preparação espiritual que durante três anos conduzirá à celebração internacional com o Sucessor de Pedro prevista para Cracóvia (Polônia) em julho de 2016.
A nota divulgada pela Sala de Imprensa do Vaticano, no último dia 07 de Novembro, informa que o tema da JMJ diocesana de 2014 será "Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu" (Mt 5,3). Ao centro, a XXX Jornada Mundial da Juventude de 2015: "Felizes os puros de coração, porque verão a Deus" (Mt 5,8). O versículo 7 do capítulo 5 do Evangelho de Mateus: "Felizes os misericordiosos, porque encontrarão misericórdia" será o tema da JMJ de Cracóvia.
No Rio de Janeiro, o Papa Francisco pediu aos jovens, "de todo coração", que lessem novamente as Bem-Aventuranças para delas fazer um concreto programa de vida: "Olhe, leia as Bem-Aventuranças, que lhe farão bem!" (cf. Encontro com os jovens argentinos na Catedral de São Sebastião, 25 de julho de 2013).
Zenit.org
A nota divulgada pela Sala de Imprensa do Vaticano, no último dia 07 de Novembro, informa que o tema da JMJ diocesana de 2014 será "Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino do Céu" (Mt 5,3). Ao centro, a XXX Jornada Mundial da Juventude de 2015: "Felizes os puros de coração, porque verão a Deus" (Mt 5,8). O versículo 7 do capítulo 5 do Evangelho de Mateus: "Felizes os misericordiosos, porque encontrarão misericórdia" será o tema da JMJ de Cracóvia.
No Rio de Janeiro, o Papa Francisco pediu aos jovens, "de todo coração", que lessem novamente as Bem-Aventuranças para delas fazer um concreto programa de vida: "Olhe, leia as Bem-Aventuranças, que lhe farão bem!" (cf. Encontro com os jovens argentinos na Catedral de São Sebastião, 25 de julho de 2013).
Zenit.org
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Floriano celebrou o Dia Nacional da Juventude
Floriano comemorou, na tarde do último domingo (03), o Dia Nacional da Juventude 2013. O evento aconteceu no Educandário Santa Joana Darc, onde dezenas de jovens católicos de Floriano e região lotaram o salão da unidade de ensino.
Com o Tema “Jovem: Levanta-se, Seja Fermento”, a tarde foi marcada por muita animação e descontração, com direito ao corte de um bolo de Aniversário pelos 40 anos de Pastoral da Juventude no Brasil.
A atividade em comemoração ao Dia Nacional da Juventude proporcionou uma tarde abençoada, onde a alegria tornou-se visível em cada face juvenil, que viu a ocasião como uma ótima oportunidade para encontrar o Senhor e partilhar seus sentimentos e experiências.
Além de muita adoração e louvor a Deus, o evento também foi um momento de confraternização entre os jovens dos 11 grupos da PJ das paróquias de Floriano e das cidades de Colônia e Guadalupe.
As atividades alusivas ao Dia Nacional da Juventude foram encerradas com a celebração eucarística, presidida por Frei Erivelton Pereira de Passos.
O dia dedicado à juventude tem como objetivo resgatar a importância da participação e do envolvimento dos jovens no trabalho e na vida de Igreja.
Florianonews.com
Com o Tema “Jovem: Levanta-se, Seja Fermento”, a tarde foi marcada por muita animação e descontração, com direito ao corte de um bolo de Aniversário pelos 40 anos de Pastoral da Juventude no Brasil.
A atividade em comemoração ao Dia Nacional da Juventude proporcionou uma tarde abençoada, onde a alegria tornou-se visível em cada face juvenil, que viu a ocasião como uma ótima oportunidade para encontrar o Senhor e partilhar seus sentimentos e experiências.
Além de muita adoração e louvor a Deus, o evento também foi um momento de confraternização entre os jovens dos 11 grupos da PJ das paróquias de Floriano e das cidades de Colônia e Guadalupe.
As atividades alusivas ao Dia Nacional da Juventude foram encerradas com a celebração eucarística, presidida por Frei Erivelton Pereira de Passos.
O dia dedicado à juventude tem como objetivo resgatar a importância da participação e do envolvimento dos jovens no trabalho e na vida de Igreja.
Florianonews.com
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Ter esperança significa ter uma âncora na margem do Além
Nada de clericalismo, comodismo e nem mesmo um otimismo genérico: a esperança cristã é algo maior. Durante a missa celebrada na manhã da última terça-feira (29)em Santa Marta, o Papa Francisco volta a mais um de seus pontos fortes. A esperança, explicou o Pontífice, é antes de tudo uma "ardente expectativa" em direção à revelação do Filho de Deus.
Na trilha de São Paulo aprendemos que a esperança "nunca desilude", mas, ao mesmo tempo, não é "fácil de entender ", acrescentou o Papa. E continuamos a cair no equivoco de que esperança é sinônimo de otimismo.
Falar de esperança não significa simplesmente "olhar para as coisas com bom ânimo, e continuar em frente" ou ter uma "atitude positiva diante das coisas". A esperança é, antes de tudo, "a mais humilde das três virtudes, porque está escondida na vida". Enquanto a fé "vemos" e "sentimos" e a caridade "se faz", a esperança é "uma virtude arriscada", mas "não é uma ilusão".
A esperança é, sobretudo, estar "na tensão" para a "revelação do Filho de Deus" e para "a alegria que enche a nossa boca com sorrisos". Os primeiros cristãos tomaram a âncora como um símbolo de esperança, "uma âncora na margem” além da vida.
E nós, cristãos, onde estamos ancorados? Podemos estar ancorados "na margem do oceano", ou num "lago artificial que nós construímos, com as nossas regras, os nossos comportamentos, os nossos horários, os nossos clericalismos, as nossas atitudes eclesiásticas e não eclesiais".
Para São Paulo, no entanto, o ícone de esperança é o nascimento. A vida é uma contínua expectativa e a esperança está na dinâmica de "dar a vida”. E, como a "primazia do Espírito" não se vê, o Espírito "trabalha" como o grão de mostarda do Evangelho, muito pequeno, mas "cheio de vida" e de "força" para crescer até se tornar uma árvore.
Papa Francisco destacou os critérios reais para a vida cristã: "Uma coisa é viver na esperança, porque na esperança somos salvos, e outra coisa é viver como bons cristãos, nada mais". Uma coisa é estar “ancorado na margem Além", outra coisa é permanecer "estacionado na lagoa artificial".
É importante, nesse sentido, olhar para o exemplo da Virgem Maria que, desde o momento da sua maternidade, muda de atitude, e canta um hino de louvor a Deus. A esperança, portanto, é também esta mudança de atitude: "somos nós, mas não somos nós; somos nós, olhando lá, ancorados lá".
O Santo Padre concluiu a homilia, dirigindo-se a um grupo de sacerdotes mexicanos, presentes na missa por ocasião do 25 º aniversário de sacerdócio, e exortou-os a pedir a Maria para que seus anos sejam "anos de esperança, de viver como sacerdotes da esperança","dando esperança".
Zenit
Na trilha de São Paulo aprendemos que a esperança "nunca desilude", mas, ao mesmo tempo, não é "fácil de entender ", acrescentou o Papa. E continuamos a cair no equivoco de que esperança é sinônimo de otimismo.
Falar de esperança não significa simplesmente "olhar para as coisas com bom ânimo, e continuar em frente" ou ter uma "atitude positiva diante das coisas". A esperança é, antes de tudo, "a mais humilde das três virtudes, porque está escondida na vida". Enquanto a fé "vemos" e "sentimos" e a caridade "se faz", a esperança é "uma virtude arriscada", mas "não é uma ilusão".
A esperança é, sobretudo, estar "na tensão" para a "revelação do Filho de Deus" e para "a alegria que enche a nossa boca com sorrisos". Os primeiros cristãos tomaram a âncora como um símbolo de esperança, "uma âncora na margem” além da vida.
E nós, cristãos, onde estamos ancorados? Podemos estar ancorados "na margem do oceano", ou num "lago artificial que nós construímos, com as nossas regras, os nossos comportamentos, os nossos horários, os nossos clericalismos, as nossas atitudes eclesiásticas e não eclesiais".
Para São Paulo, no entanto, o ícone de esperança é o nascimento. A vida é uma contínua expectativa e a esperança está na dinâmica de "dar a vida”. E, como a "primazia do Espírito" não se vê, o Espírito "trabalha" como o grão de mostarda do Evangelho, muito pequeno, mas "cheio de vida" e de "força" para crescer até se tornar uma árvore.
Papa Francisco destacou os critérios reais para a vida cristã: "Uma coisa é viver na esperança, porque na esperança somos salvos, e outra coisa é viver como bons cristãos, nada mais". Uma coisa é estar “ancorado na margem Além", outra coisa é permanecer "estacionado na lagoa artificial".
É importante, nesse sentido, olhar para o exemplo da Virgem Maria que, desde o momento da sua maternidade, muda de atitude, e canta um hino de louvor a Deus. A esperança, portanto, é também esta mudança de atitude: "somos nós, mas não somos nós; somos nós, olhando lá, ancorados lá".
O Santo Padre concluiu a homilia, dirigindo-se a um grupo de sacerdotes mexicanos, presentes na missa por ocasião do 25 º aniversário de sacerdócio, e exortou-os a pedir a Maria para que seus anos sejam "anos de esperança, de viver como sacerdotes da esperança","dando esperança".
Zenit
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Terá início neste domingo o 8º Mutirão Brasileiro de Comunicação
Cerca de 800 pessoas, de várias partes do Brasil, chegarão à capital potiguar no próximo domingo, 27 de outubro, para participar do 8º Mutirão Brasileiro de Comunicação (Muticom). O evento, que se estende até o dia primeiro de novembro, tem como tema: “Comunicação e participação cidadã: meios e processos”.
Pela primeira vez o Mutirão será realizado no campus de uma universidade pública. A organização é da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Signis Brasil, arquidiocese de Natal e Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
O programa inclui, pela manhã, a realização de celebrações, seminários e lançamentos de livros. Paralelamente, haverá uma Feira de Comunicação. No período da tarde, serão realizados simultaneamente 14 grupos de trabalhos com diversas temáticas. A programação inclui também atividades culturais, como o show da cantora Elba Ramalho. No último dia do evento, os participantes também poderão realizar passeios organizados pelo litoral norte, litoral sul e Natal.
Lançamentos
No dia 28, o diretor executivo do Portal A12 e apresentador do Programa ‘Bem-vindo Romeiro”, na TV Aparecida, padre Evaldo César, lançará o livro “Igreja na cidade: desafios e alcances de uma evangelização pela televisão”.
A Pastoral da Comunicação da arquidiocese de Salvador (BA) e a Universidade Católica de Salvador vão lançar, no dia 29, o Curso de Aperfeiçoamento em Comunicação Pastoral”. Trata-se de uma pós-graduação, voltada para agentes da Pascom e profissionais da área de comunicação e será realizada em módulos.
“Haiti por si: a reconquista da independência roubada” é o título do livro que será lançado no final da manhã do dia 30. Produzido pela Agência de Informação Frei Tito para a América Latina, conhecida como Agência Adital, o livro busca mostrar as possibilidades de reconstrução política, econômica, social e cultural do Haiti.
No dia 31, será lançado o livro digital “Comunicação para a cidadania: objetos, conceitos e perspectivas”, organizado por Cláudia Regina Lahni e Juciano de Sousa Lacerda. Ambos integram o grupo de pesquisa Comunicação para a Cidadania, da Intercom.
CNBB
Pela primeira vez o Mutirão será realizado no campus de uma universidade pública. A organização é da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Signis Brasil, arquidiocese de Natal e Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
O programa inclui, pela manhã, a realização de celebrações, seminários e lançamentos de livros. Paralelamente, haverá uma Feira de Comunicação. No período da tarde, serão realizados simultaneamente 14 grupos de trabalhos com diversas temáticas. A programação inclui também atividades culturais, como o show da cantora Elba Ramalho. No último dia do evento, os participantes também poderão realizar passeios organizados pelo litoral norte, litoral sul e Natal.
Lançamentos
No dia 28, o diretor executivo do Portal A12 e apresentador do Programa ‘Bem-vindo Romeiro”, na TV Aparecida, padre Evaldo César, lançará o livro “Igreja na cidade: desafios e alcances de uma evangelização pela televisão”.
A Pastoral da Comunicação da arquidiocese de Salvador (BA) e a Universidade Católica de Salvador vão lançar, no dia 29, o Curso de Aperfeiçoamento em Comunicação Pastoral”. Trata-se de uma pós-graduação, voltada para agentes da Pascom e profissionais da área de comunicação e será realizada em módulos.
“Haiti por si: a reconquista da independência roubada” é o título do livro que será lançado no final da manhã do dia 30. Produzido pela Agência de Informação Frei Tito para a América Latina, conhecida como Agência Adital, o livro busca mostrar as possibilidades de reconstrução política, econômica, social e cultural do Haiti.
No dia 31, será lançado o livro digital “Comunicação para a cidadania: objetos, conceitos e perspectivas”, organizado por Cláudia Regina Lahni e Juciano de Sousa Lacerda. Ambos integram o grupo de pesquisa Comunicação para a Cidadania, da Intercom.
CNBB
domingo, 20 de outubro de 2013
Coleta Missionária acontece neste domingo, 20 de outubro
No ano em que a Igreja no Brasil dá destaque especial para a evangelização da juventude, a Campanha Missionária, realizada neste mês de outubro, também enfatiza o dinamismo dos jovens.
Com o lema “A quem eu te enviar, irás” (Jr 1, 7b), a Coleta Missionária acontece em todas as comunidades no Dia Mundial das Missões, celebrado em 20 de outubro.
“Estes recursos são importantes: uma pequena parte fica para a organização da Campanha e a manutenção das Pontifícias Obras Missionárias (POM) e a maior parte é enviada para o Fundo Mundial de Solidariedade, em Roma, que financia projetos de ajuda a missões em todo mundo, especialmente na Ásia e na África. São projetos como sustento de dioceses, manutenção de seminários, obras sociais e assistência aos missionários”, explica o diretor nacional das POM, padre Camilo Pauletti.
A organização da Campanha no Brasil é de responsabilidade das POM em parceria com duas Comissões Episcopais da CNBB: Ação Missionária e Amazônia. Os subsídios foram enviados para as comunidades de todo o país: 190 mil livretos da novena missionária; 22 mil DVD’s com testemunhos; 8 milhões de folhetos com orações para as missas dominicais; 11 milhões de envelopes para a coleta.
“A Igreja é por sua natureza missionária. A campanha deseja recordar essa dimensão”, afirma o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Missionária e a Cooperação Intereclesial da CNBB, dom Sérgio Braschi.
“Pelo batismo e pela Crisma, somos ungidos para levar o Evangelho, levar a missão de Jesus. Essa campanha quer nos comprometer, de uma maneira concreta, no apoio aos missionários além fronteiras”, completa.
CNBB
Com o lema “A quem eu te enviar, irás” (Jr 1, 7b), a Coleta Missionária acontece em todas as comunidades no Dia Mundial das Missões, celebrado em 20 de outubro.
“Estes recursos são importantes: uma pequena parte fica para a organização da Campanha e a manutenção das Pontifícias Obras Missionárias (POM) e a maior parte é enviada para o Fundo Mundial de Solidariedade, em Roma, que financia projetos de ajuda a missões em todo mundo, especialmente na Ásia e na África. São projetos como sustento de dioceses, manutenção de seminários, obras sociais e assistência aos missionários”, explica o diretor nacional das POM, padre Camilo Pauletti.
A organização da Campanha no Brasil é de responsabilidade das POM em parceria com duas Comissões Episcopais da CNBB: Ação Missionária e Amazônia. Os subsídios foram enviados para as comunidades de todo o país: 190 mil livretos da novena missionária; 22 mil DVD’s com testemunhos; 8 milhões de folhetos com orações para as missas dominicais; 11 milhões de envelopes para a coleta.
“A Igreja é por sua natureza missionária. A campanha deseja recordar essa dimensão”, afirma o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Missionária e a Cooperação Intereclesial da CNBB, dom Sérgio Braschi.
“Pelo batismo e pela Crisma, somos ungidos para levar o Evangelho, levar a missão de Jesus. Essa campanha quer nos comprometer, de uma maneira concreta, no apoio aos missionários além fronteiras”, completa.
CNBB
domingo, 29 de setembro de 2013
Homens e mulheres da Bíblia, hoje e sempre

No seu livro "Sobre o Céu e a Terra", o Papa Francisco faz questão de ressaltar o quanto Deus quis e quer o mundo, e como Deus considera a bondade que existe no mundo. Na página de abertura da Bíblia, logo no primeiro capítulo do livro do Gênesis, o autor sagrado afirma seis vezes que Deus considerou bom a tudo o que fez (Gn 1, 10.12.18.21.25.31).
Mas, observe: o fato de o autor ter mencionado seis vezes – e não sete, como era de se esperar – indica que há imperfeições no mundo. Sete seria o número perfeito. Seis é o número do quase perfeito. Há um "quase"! Falta uma demão de tinta na criação do mundo. Deus deixou a você a tarefa de dar essa demão de tinta. Você também é criador.
É isso que viemos observando nesses dias do mês da Bíblia: como viveram e atuaram os homens e mulheres dos quais aquelas páginas se ocuparam. O último gesto do Gênesis não significa que Deus parou de criar. A última palavra do Apocalipse não significa que Deus deixou de falar.
Ele cria e fala, agora, através de mim e de você. Deus não desistiu de criar e de falar com o homem e pelo homem. Mas há momentos em que Deus fala mais forte. Um deles foi a visita do Papa Francisco na JMJ.
De tudo o que vi, o que mais me chamou a atenção foi a disposição do Papa em vir ao nosso país de carro e coração abertos. Nenhum vidro separando, nenhum medo desmotivando.
Ele subia e descia do papamóvel, abraçava as pessoas, agarrava no ar objetos que lhe eram atirados, sentava-se, levantava-se, e descia outra vez... E isso se repete na Praça de São Pedro, em Roma. E irá se repetir de novo em todos os lugares por onde ele passar.
Será que ele não tem medo? – perguntam as pessoas.
Mas do que ele teria! – respondo eu. De um atentado e da morte? Pois eu acredito vivamente que ele esteja tão consciente da sua missão, e da presença de atuação de Deus nela que, diante disso, a morte perdeu seu posto de nossa mais antiga inimiga. “Nem a morte nem a vida... poderão nos separar do amor de Deus...” (Rm 8,38).
Talvez essa seja a maior pregação do Papa Francisco ao angustiado e amedrontado mundo moderno. É nisso que ele se tornou porta-voz de Deus a um mundo que de tão centrado em si mesmo perdeu seu próprio centro. Nem a morte impõe medo àquele homem que, aos 76 anos, resolveu começar tudo de novo, disposto a ir até o fim.
Com voz mansa e jeito certeiro, ele continua um caminho traçado desde Abraão, seguido depois por incontáveis homens e mulheres, que a seu modo escreveram a letra de Deus no mundo, falaram Sua voz, amaram com o amor Dele, mostraram o Seu jeito de ser.
Você também, meu amigo, minha amiga, é herdeiro daquele caminho. Você topa seguir por onde aquela trilha lhe levar? Então, pise firme nas pegadas que foram deixadas. E não se esqueça de pedir: "Senhor, não desista de mim. Se eu me perder, como ovelha, procurai-me" (Salmo 119,176).
Dom José Francisco Rezende Dias/CNBB
domingo, 22 de setembro de 2013
Papa defende a participação da Igreja nas redes sociais
O papa Francisco disse neste sábado (21) que é importante "a atenção e presença da Igreja Católica no mundo da comunicação", como nas redes sociais, para dialogar com os homens e levá-los ao encontro com Cristo.
Durante a audiência de hoje aos participantes na Assembleia Plenária do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, Francisco destacou a importância da Igreja na comunicação, sem esquecer, contudo, que o importante é a mensagem e não a aquisição de sofisticadas tecnologias. "O panorama comunicativo converteu-se pouco a pouco, para muitos, em um ambiente vital, uma rede onde as pessoas se comunicam e ampliam os horizontes dos seus contatos e relações", disse o papa.
O pontífice ressaltou que a Igreja deve assumir como papel no mundo da comunicação, por meio do diálogo "com os homens e as mulheres de hoje, para compreender as suas expetativas, as suas dúvidas e esperanças". "Na atual era da globalização, estamos assistindo ao aumento da desorientação, da dificuldade para trabalhar relações profundas", disse.
Francisco disse que, por isso, é importante que a Igreja saiba dialogar, "entrando também nos ambientes criados pelas novas tecnologias, nas redes sociais, para tornar visível" a sua presença.
Terra.com
Durante a audiência de hoje aos participantes na Assembleia Plenária do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais, Francisco destacou a importância da Igreja na comunicação, sem esquecer, contudo, que o importante é a mensagem e não a aquisição de sofisticadas tecnologias. "O panorama comunicativo converteu-se pouco a pouco, para muitos, em um ambiente vital, uma rede onde as pessoas se comunicam e ampliam os horizontes dos seus contatos e relações", disse o papa.
O pontífice ressaltou que a Igreja deve assumir como papel no mundo da comunicação, por meio do diálogo "com os homens e as mulheres de hoje, para compreender as suas expetativas, as suas dúvidas e esperanças". "Na atual era da globalização, estamos assistindo ao aumento da desorientação, da dificuldade para trabalhar relações profundas", disse.
Francisco disse que, por isso, é importante que a Igreja saiba dialogar, "entrando também nos ambientes criados pelas novas tecnologias, nas redes sociais, para tornar visível" a sua presença.
Terra.com
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Fé e devoção deram início ao Cerco de Jericó na Paróquia Nossa Senhora das Graças
Teve início na terça-feira (17), na Igreja de Nossa Senhora das Graças, bairro Ibiapaba, o 12º Cerco de Jericó. A abertura do cerco aconteceu às 19h30 com a Santa Missa, celebrada pelo pároco Frei James Carneiro e pelo Vigário paroquial Frei Erivelton Pereira de Passos.

O Cerco de Jericó é marcado por sete dias e sete noites de adoração ininterrupta a Jesus no Santíssimo Sacramento. Os vários grupos, pastorais e movimentos da Paróquia se revezam para participar do importante momento e fazer as orações em preparação aos festejos de São Francisco de Assis, que terão início no dia 25 de setembro.
A inspiração para o Cerco de Jericó encontra-se na Bíblia Sagrada, no capítulo 6 do livro de Josué. O texto nos conta que antes de chegar à terra prometida o povo de Israel se viu diante das grandes muralhas de Jericó que o impediam de prosseguir a caminhada.

Obedecendo a voz de Deus, Josué, sucessor de Moisés e líder do povo, convidou os Israelitas a orarem durante sete dias e sete noites rodeando as muralhas de Jericó, tendo a frente à Arca da Aliança, sinal da presença de Deus que caminha com seu povo. Josué e os Israelitas acreditaram na promessa divina de que no sétimo dia durante a sétima volta, as muralhas cairiam e eles alcançariam a vitória, o que de fato aconteceu!
O Santíssimo Sacramento estará exposto para adoração até a próxima terça-feira (24), no salão do ECC, em frente à Igreja de Nossa Senhora das Graças, onde todos são convidados a participar e clamar ao Senhor pela queda das muralhas que constantemente se erguem na vida dos cristãos.

O encerramento do Cerco de Jericó será marcado pela tradicional procissão, as 18h00, que realiza sete voltas em torno da Praça da Igreja, seguida de celebração eucarística.
FlorianoNews

O Cerco de Jericó é marcado por sete dias e sete noites de adoração ininterrupta a Jesus no Santíssimo Sacramento. Os vários grupos, pastorais e movimentos da Paróquia se revezam para participar do importante momento e fazer as orações em preparação aos festejos de São Francisco de Assis, que terão início no dia 25 de setembro.
A inspiração para o Cerco de Jericó encontra-se na Bíblia Sagrada, no capítulo 6 do livro de Josué. O texto nos conta que antes de chegar à terra prometida o povo de Israel se viu diante das grandes muralhas de Jericó que o impediam de prosseguir a caminhada.

Obedecendo a voz de Deus, Josué, sucessor de Moisés e líder do povo, convidou os Israelitas a orarem durante sete dias e sete noites rodeando as muralhas de Jericó, tendo a frente à Arca da Aliança, sinal da presença de Deus que caminha com seu povo. Josué e os Israelitas acreditaram na promessa divina de que no sétimo dia durante a sétima volta, as muralhas cairiam e eles alcançariam a vitória, o que de fato aconteceu!
O Santíssimo Sacramento estará exposto para adoração até a próxima terça-feira (24), no salão do ECC, em frente à Igreja de Nossa Senhora das Graças, onde todos são convidados a participar e clamar ao Senhor pela queda das muralhas que constantemente se erguem na vida dos cristãos.

O encerramento do Cerco de Jericó será marcado pela tradicional procissão, as 18h00, que realiza sete voltas em torno da Praça da Igreja, seguida de celebração eucarística.
FlorianoNews
domingo, 15 de setembro de 2013
Frei James é confirmado pároco da Paróquia de Nossa Senhora das Graças
Na manhã deste domingo (15), foi realizada a missa solene de posse do Frei James Carneiro, como Pároco na Paróquia Nossa Senhora das Graças, bairro Ibiapaba, em Floriano, prestigiada por centenas de fiéis católicos, que lotaram a Igreja Matriz.
A celebração foi presidida pelo bispo diocesano de Floriano, Dom Valdemir Ferreira e concelebrada pelos religiosos Frei Antônio e Frei Erivelton Pereira, vigários paroquiais da mesma Paróquia.
Seguiu-se a leitura da Provisão que confirmou Frei James Carneiro pároco da Paróquia de Nossa Senhora das Graças. Da leitura do termo de posse, ressaltou-se que compete ao pároco fazer com que a Palavra de Deus seja integralmente anunciada na Paróquia e aos paroquianos recebê-lo, como legítimo pastor, auxiliá-lo no bom desempenho da sua missão e unir-se a ele pela oração e pela atividade apostólica.
Após a homilia, procedeu-se a renovação das promessas sacerdotais. Nesse momento o novo Pároco foi interrogado publicamente para manifestar sua disposição de cooperar com o Bispo, trabalhando em comunhão com a Igreja. Frei James prestou seu juramento a Dom Valdemir Ferreira perante a assembleia presente, prometendo cuidar com zelo da Paróquia que lhe foi entregue.
Na missa solene foram ainda entregues ao Pároco os símbolos do seu ministério: as chaves da Igreja e do sacrário.
FlorianoNews
A celebração foi presidida pelo bispo diocesano de Floriano, Dom Valdemir Ferreira e concelebrada pelos religiosos Frei Antônio e Frei Erivelton Pereira, vigários paroquiais da mesma Paróquia.
Seguiu-se a leitura da Provisão que confirmou Frei James Carneiro pároco da Paróquia de Nossa Senhora das Graças. Da leitura do termo de posse, ressaltou-se que compete ao pároco fazer com que a Palavra de Deus seja integralmente anunciada na Paróquia e aos paroquianos recebê-lo, como legítimo pastor, auxiliá-lo no bom desempenho da sua missão e unir-se a ele pela oração e pela atividade apostólica.
Após a homilia, procedeu-se a renovação das promessas sacerdotais. Nesse momento o novo Pároco foi interrogado publicamente para manifestar sua disposição de cooperar com o Bispo, trabalhando em comunhão com a Igreja. Frei James prestou seu juramento a Dom Valdemir Ferreira perante a assembleia presente, prometendo cuidar com zelo da Paróquia que lhe foi entregue.
Na missa solene foram ainda entregues ao Pároco os símbolos do seu ministério: as chaves da Igreja e do sacrário.
FlorianoNews
CNBB divulga material da Campanha para Evangelização 2013

Já estão disponíveis para download no site da Conferência os materiais da Campanha para a Evangelização 2013. O evento tem início na solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo em 24 de novembro e se estende até o 3º domingo do Advento. A Coleta Nacional será realizada em 15 de dezembro nas paróquias e comunidades do Brasil. O resultado é todo direcionado para os trabalhos de evangelização, nos vários níveis: diocesano (45% do total arrecadado), regional (20%) e nacional (35%).
"A campanha existe para arrecadar recursos para os projetos de evangelização, sendo importante para a sustentabilidade dessas ações na Igreja. Também busca atender as estruturas eclesiais que estão a serviço da missão evangelizadora. Por isso, é necessário que todos participem para que alcancemos os objetivos esperados", motiva o secretário executivo da CE 2013, padre Luiz Carlos Dias.
A Campanha para a Evangelização foi instituída pelos bispos em 1997 e realizada pela primeira vez em 1998, com o objetivo de despertar nos fieis o compromisso evangelizador e a responsabilidade pela sustentação das atividades pastorais da Igreja no Brasil. A CE tem o slogan "evangeli.já", que faz referência a palavra evangelizar.
O presidente da Comissão Episcopal da Campanha para a Evangelização, dom Murilo Ramos Krieger, explica o lema "Eu vos anuncio uma grande alegria!", proposto para este ano.
"Queremos que a CE de 2013 seja marcada pela alegria - alegria que nasce do dom que o Pai nos faz de Seu Filho Jesus no Natal; alegria pelo privilégio de termos sido chamados para ser evangelizadores. Por isso, escolhemos como lema da CE de 2013 o anúncio dos anjos aos pastores de Belém".
CNBB
sábado, 14 de setembro de 2013
Médicos e Padres

Não é fácil, e talvez nem convenha, comparar médicos com padres, ou vice-versa. Mesmo que, para se ressaltar a importância da profissão de médico, se costume dizer que ela é um verdadeiro "sacerdócio". Mas aqui a comparação entre médicos e padres, é colocada a propósito da polêmica instaurada nacionalmente, a respeito da contratação, ou não, de médicos estrangeiros para exercerem sua profissão em municípios que não dispõem do atendimento médico por profissionais brasileiros.
Faltam médicos brasileiros. Faltam padres brasileiros. Aí sim é possível fazer algumas ponderações. Diante da falta de padres brasileiros, a Igreja sempre esteve muito aberta para acolher padres estrangeiros. E o povo sempre recebeu bem os padres vindos de outros países, especialmente da Europa, mas também do Canadá e até dos Estados Unidos.
Para dimensionar melhor o que significou para a Igreja do Brasil a presença de padres estrangeiros é revelador conferir quantos deles acabaram sendo eleitos bispos. Nas últimas décadas, somando os que já são agora eméritos, passa de cem o número de bispos estrangeiros colocados à frente de dioceses no Brasil. Isto representa, propriamente, um terço do episcopado brasileiro.
Claro que a análise deste fato comportaria outros ingredientes que ajudariam a explicar a composição do clero brasileiro. Mas o dado mais eloquente a ser levado em conta é, sem dúvida, a disposição de acolher, sem restrições nem reservas, a presença de padres estrangeiros, com plena jurisdição pastoral.
Esta atitude contribuiu, certamente, para confirmar a fama do Brasil ser um país aberto à universalidade, acolhedor da diversidade, sem maiores problemas de convivência com o diferente, pronto para a harmonia de relacionamentos com pessoas de outras culturas.
O fato evidente é este: a presença de padres estrangeiros foi muito positiva, tanto para o atendimento pastoral das comunidades católicas, como para o conjunto do país, que pôde contar com a valiosa contribuição de pessoas capacitadas e laboriosas, que puderam prestar valiosos serviços sociais junto à população.
Diante disto surge espontânea a pergunta: por que não acolher os médicos estrangeiros, ainda mais diante da carência de profissionais que faz com que centenas de municípios brasileiros estejam desprovidos de atendimento médico?
Diante de situações dramáticas, que precisam de solução urgente, dá para dispensar o apelo à tradição brasileira, de abertura para a diversidade cultural, e centrar nossa motivação na urgência humanitária de socorrer a tantos doentes que acabam morrendo por falta de médico.
Nenhum médico gostaria de ser acusado de omissão de socorro profissional, causado por sua irresponsabilidade.
Certamente a classe médica do Brasil não quer ser responsabilizada pela falta de atendimento profissional a tantas pessoas que precisam com urgência de socorro médico.
Fica o apelo para que a classe médica do Brasil, através de seus organismos de representação, coloque diante do Ministério da Saúde suas ponderações sobre esta demanda, para que se chegue rapidamente a uma solução, que não comprometa a imagem dos médicos brasileiros, não constranja os médicos estrangeiros, e sobretudo se transforme em medidas eficazes em favor dos doentes, para quem a saúde não tem nacionalidade, pois ela goza de cidadania universal.
Dom Demétrio Valentini/CNBB
sábado, 24 de agosto de 2013
Encontro reúne bispos e coordenadores regionais de comunicação
"PasCom e Novas Mídias: diálogo e serviço na Igreja do Brasil" é tema do Encontro dos bispos e coordenadores regionais de comunicação que tem início nesta sexta-feira, 23 de agosto e prossegue até domingo, 25, na Casa de Retiros Assunção, em Brasília.
O evento é uma promoção da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB, com a presença do bispo referencial e arcebispo de Campo Grande (MS), dom Dimas Lara Barbosa. Os assessores da Comissão, Ir. Élide Fogolari e padre Clóvis Andrade de Melo ministrarão palestras aos participantes abordando os temas "Igreja em rede e na Rede" e "Apresentação do capítulo do Diretório sobre a Comunicação na Igreja do Brasil".
O encontro também recebe o doutorando e professor, Moisés Sbardelotto (Unisinos) para conferência de abertura sobre a "Cultura digital e evangelização”. Ainda durante o evento, o pesquisador desenvolverá uma “Metodologia para elaborar um projeto de comunicação".
Durante o encontro, grupos de trabalhos serão constituídos para a revisão e elaboração do Projeto Nacional da Comunicação com inclusão da Rede de Informática na Igreja do Brasil (RIIBRA). O 4º Encontro Nacional da PasCom previsto para o julho de 2014 também é assunto em pauta.
CNBB
O evento é uma promoção da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação da CNBB, com a presença do bispo referencial e arcebispo de Campo Grande (MS), dom Dimas Lara Barbosa. Os assessores da Comissão, Ir. Élide Fogolari e padre Clóvis Andrade de Melo ministrarão palestras aos participantes abordando os temas "Igreja em rede e na Rede" e "Apresentação do capítulo do Diretório sobre a Comunicação na Igreja do Brasil".
O encontro também recebe o doutorando e professor, Moisés Sbardelotto (Unisinos) para conferência de abertura sobre a "Cultura digital e evangelização”. Ainda durante o evento, o pesquisador desenvolverá uma “Metodologia para elaborar um projeto de comunicação".
Durante o encontro, grupos de trabalhos serão constituídos para a revisão e elaboração do Projeto Nacional da Comunicação com inclusão da Rede de Informática na Igreja do Brasil (RIIBRA). O 4º Encontro Nacional da PasCom previsto para o julho de 2014 também é assunto em pauta.
CNBB
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Terço dos Homens - Uma das maiores obras do Espírito Santo dos últimos tempos em Floriano
Em qualquer dia da semana tem um lugar para você se unir e rezar com o grupo de oração do Terço dos Homens da Mãe Rainha, em Floriano...
Confira abaixo os grupos e locais de oração do Terço dos Homens no município:
Segunda-Feira:
Tiberão – Nossa Senhora das Mercês – 19h00
Irapuá I – Nossa Senhora da Conceição – 19h00
Terça-Feira:
Centro - Catedral São Pedro de Alcântara – 19h00
Taboca – São João Batista – 19h00
Quarta-Feira:
Caixa D’água – São José Operário – 19h00
Cajueiro II – Nossa Senhora Aparecida – 19h00
Bosque Santa Teresinha – Santo André – 19h00
Quinta-Feira:
São Borja – São Judas Tadeu – 19h00
Viazul – Santa Rita de Cássia – 19h00
Cancela – São Rafael – 19h00
Sexta-Feira:
Pau Ferrado – Nossa Senhora Aparecida – 19h00
Campo Velho - Senhora Sant’Ana – 19h00
Conjunto Pedro Simplício – São Sebastião – 19h00
Irapuá II – São Raimundo Nonato – 19h00
Alto da Cruz – Santa Cruz – 19h00
Sábado:
Riacho Fundo – Nossa Senhora do Rosário – 19h00
Domingo:
Ibiapaba – Nossa Senhora das Graças – 18h00
Catumbi – Nossa Senhora de Fátima – 19h00
Confira abaixo os grupos e locais de oração do Terço dos Homens no município:
Segunda-Feira:
Tiberão – Nossa Senhora das Mercês – 19h00
Irapuá I – Nossa Senhora da Conceição – 19h00
Terça-Feira:
Centro - Catedral São Pedro de Alcântara – 19h00
Taboca – São João Batista – 19h00
Quarta-Feira:
Caixa D’água – São José Operário – 19h00
Cajueiro II – Nossa Senhora Aparecida – 19h00
Bosque Santa Teresinha – Santo André – 19h00
Quinta-Feira:
São Borja – São Judas Tadeu – 19h00
Viazul – Santa Rita de Cássia – 19h00
Cancela – São Rafael – 19h00
Sexta-Feira:
Pau Ferrado – Nossa Senhora Aparecida – 19h00
Campo Velho - Senhora Sant’Ana – 19h00
Conjunto Pedro Simplício – São Sebastião – 19h00
Irapuá II – São Raimundo Nonato – 19h00
Alto da Cruz – Santa Cruz – 19h00
Sábado:
Riacho Fundo – Nossa Senhora do Rosário – 19h00
Domingo:
Ibiapaba – Nossa Senhora das Graças – 18h00
Catumbi – Nossa Senhora de Fátima – 19h00
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